PROGRAMA BALADA DA FADA

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Vendas de micro e pequenas para o governo crescem 44,5%

Balanço aponta que, de janeiro a junho de 2011, as micro e pequenas empresas venderam mais de R$ 5,2 bilhões em bens e serviços para a União

Brasília - No primeiro semestre de 2011, os micro e pequenos negócios venderam mais de R$ 5,2 bilhões em bens e serviços para o governo federal, superando em R$ 1,6 bilhão os R$ 3,6 bilhões comprados no mesmo período em 2010, um aumento de 44,5%. Levantamento do governo, feito de janeiro a junho de 2011, abrange as compras da administração direta, autarquias e fundações. Ele também mostra aumento da participação deste setor nas compras por meio da modalidade de pregão eletrônico. Em 2005, foram comprados do segmento R$ 25,7 milhões. Em 2011, já são R$ 3,6 bilhões.

“Foi o melhor primeiro semestre para as micro e pequenas empresas desde quando iniciamos as estatísticas, em 2002”, afirma o secretário de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, Delfino Natal de Souza. Conforme o balanço do governo, em 2002 a participação dos pequenos negócios nas compras federais foi de pouco mais de R$ 658,1 milhões. Delfino não tem dúvidas de que os resultados atuais resultam especialmente da aplicação dos benefícios garantidos pela Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06), em vigor desde dezembro de 2006.

“Já são mais de 3,2 mil municípios no Brasil que têm a lei regulamentada, o que representa grandes oportunidades de negócios para o segmento das micro e pequenas empresas e também para os empreendedores individuais”, destaca o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto.

O capítulo V da lei cria mecanismos que possibilitam uma maior participação dos micro e pequenos negócios nas compras governamentais. Entre eles, exclusividade nas compras de até R$ 80 mil. No primeiro semestre de 2011, as micro e pequenas empresas foram responsáveis por 60% das compras até esse valor, o que equivale a mais de R$ 1 bilhão. Em 2006, foram R$ 515,7 milhões, conforme levantamento do governo.

A lei também estabelece preferência em caso de empate com outra de maior porte – nesse caso, quando o valor da menor é até 5% acima do da maior, é chamado de empate ficto e a pequena tem direito a dar novo lance. O balanço relativo ao primeiro semestre do período de 2008 a 2011 mostra que, quando usufruíram do empate ficto, os pequenos negócios foram responsáveis por 99% das compras relativas a esse mecanismo em 2008, por 98% em 2009, por 99,6% em 2010, e, em 2011, chegou a 99%.

A expectativa do secretário Delfino é de que os resultados do primeiro semestre de 2011 sejam semelhantes no segundo semestre do ano. “Normalmente esse período é mais intenso na aplicação do orçamento”, explicou o secretário. Ele exemplifica a importância do aumento da participação das micro e pequenas empresas nas compras do governo com balanço do pregão eletrônico. No primeiro semestre de 201, essa modalidade gerou uma economia para os cofres públicos de R$ 2,1 bilhões. Destes, R$ 1,1 bilhão deve-se à contribuição dos micro e pequenos negócios.

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SAUDE SUPLEMENTAR

CFM, Cade, SDE e ANS buscam normalizar relação médico-planos de saúde


O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto Luiz d’Avila, participou nesta quinta-feira (18) de reunião com representantes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), da Secretaria de Direito Econômico (SDE) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômico (Cade) para tratar sobre a relação entre médicos e as operadoras de planos de saúde.


No encontro, realizado, em Brasília, foi aberto o processo de negociação para que a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) possa vir a ser usada como referência técnica em discussões sobre remuneração.


Outro ponto discutido durante a reunião foi a busca de entendimento entre o CADE/SDE e as entidades representativas dos médicos no que diz respeito à possibilidade de negociação coletiva por parte dos médicos, respeitados os parâmetros determinados pelo Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência (SBDC). Este instrumento tem o objetivo de incentivar a concorrência no setor, preservar a qualidade dos serviços e os direitos dos beneficiários de plano de saúde.


“Estamos felizes de participar deste processo de construção. Como lideranças de nossos respectivos setores, devemos buscar o consenso e evitar disputas nas esferas judiciais e administrativas. Acreditamos que os médicos chamaram a atenção de forma ética para o desequilíbrio na relação com os planos de saúde e poderão colaborar para trazer a normalidade à área”, pontuou d’Avila. Uma nova rodada de discussões já tem data. Os representantes dessas entidades devem se reunir novamente, em Brasília, na primeira semana de setembro.

Monange Dream Fashion Tour chega a São Paulo‏

O Monange Dream Fashion Tour, maior evento de beleza, moda e música do País chega ai seu último destino: a capital da moda São Paulo. Após ter percorrido 35 mil quilômetros, reunido cerca de 70 mil pessoas em 11 capitais brasileiras, o evento acontecerá no dia 03 de setembro, na Via Funchal.

A banda Capital Inicial, que esteve em 8 das 11 etapas do evento, já tem presença confirmada e tocará os seus principais hits além de versões especiais de algumas das canções de seu último CD “Das Kapital”. O sucesso do evento, que já é reverenciado por todo o País, deve-se a um time de beldades representado nesta edição pelas tops internacionais Isabeli Fontana, Renata Kuerten, Izabel Goulart e Ana Beatriz Barros.

Além disso, o espetáculo conta com uma novidade: um concurso cultural que levará duas pessoas por etapa para o Monange Dream Day. Para concorrer, é necessário acessar o site oficial do evento (www.monangedreamfashiontour.com.br). As internautas da etapa de São Paulo terão do dia 22 a 26 de agosto para participarem do concurso. O resultado será publicado no site em 29 de agosto.

Estamos à disposição para esclarecer dúvidas e ficamos à disposição para entrevistas com os executivos das empresas envolvidas (Monange, Mega Model Brasil e Rede Globo), as tops internacionais e a banda Capital Inicial. Também temos várias opções de fotos para encaminhar.

DORES NAS COSTAS AUMENTAM COM O RETORNO REPENTINO DAS ATIVIDADES FÍSICAS

Quando o inverno começa a acabar muitas pessoas procuram as academias para retomar as atividades para trabalhar o corpo, pensando no verão que esta por chegar. Com essa volta repentina, após alguns meses sem se exercitar, devem aparecer algumas dores nas costas, principalmente se os exercícios estiverem sendo realizados de maneira inadequada e sem o devido acompanhamento de um profissional capacitado.

Um dos sintomas que devem aparecer durante o período inicial das atividades são as dores nas costas, principalmente nas pessoas sedentárias (mesmo que por alguns meses), devido à flacidez na musculatura abdominal e para-vertebral (músculo das cotas). “Para que o incômodo nas costas seja minimizado é importante fortalecer o músculo abdominal e para-vertebral, que dará sustentação às costas nos momentos de esforço”, comentou Dr. Juliano Coelho, médico ortopedista, membro do grupo Medicina da Coluna.

Antes de iniciar as atividades é importante realizar uma bateria de exames para descobrir possíveis deformidades, para que assim o treinamento possa ser pensado de acordo com as necessidades e limitações de cada um. Após os exames serem devidamente analisados e com a pessoa apta para iniciar os treinamentos, é muito importante alongar e aquecer o corpo antes da malhação para diminuir os riscos de lesões e dores.