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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Queda de sobretaxa de peças e partes de calçados da China não deverá afetar o mercado brasileiro


Medida anunciada na terça feira pela Câmara de Comércio Exterior deverá favorecer o mercado de produtos mais populares

A publicação pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) da resolução anulando a sobretaxa de 182% sobre partes e peças de calçados importados da China, principalmente cabedais e solados, não foi vista com preocupação pelas empresas do setor calçadista brasileiro.

Quando em muitos mercados a competição com produtos chineses é desleal, para a Di Pollini, tradicional marca de calçados e acessórios masculinos e vencedora do 14º Prêmio Lojista ALSHOP MasterCard na categoria - calçados masculino, a queda da sobretaxa não faz uma grande diferença. Segundo Pompeu Belusci, diretor comercial da Di Pollini, a indústria brasileira de calçados é muito forte e qualificada. "O Brasil é considerado o segundo maior produtor do setor no mundo, perdendo apenas para Itália, quando o assunto é modernidade, inovação e qualidade. Nesse aspecto os chineses estão um pouco atrás", explica.

Para Pompeu, no que diz respeito aos produtos mais qualificados, aqueles com couro de melhor qualidade, a indústria brasileira é competitiva. Entretanto, quando se trata de produtos em que os chineses têm maior conhecimento processual (know-how), a resolução terá maior impacto. "Um exemplo é o sapatênis. Em função de essa linha ser mais acessível, acredito que teremos de investir em maquinário e lutar pela redução de tributos para manter a competitividade", completa Pompeu.

Para ele, mais importante que a redução da sobretaxa sobre produtos importados é a necessidade de acelerar as reformas tributária e trabalhista. "Esta é a única maneira da indústria brasileira competir com qualquer mercado, seja ele alicerçado no preço ou qualidade. Tendo essa igualdade de competição, com certeza o setor investirá muito em máquinas e equipamentos para melhorar ainda mais o seu desempenho", finaliza Pompeu Belusci.

A Di Pollini não importa partes ou peças da China na fabricação dos seus calçados, apenas alguns tipos de couro e componentes da Europa.

A sobretaxa sobre os produtos chineses foi determinada em resolução de julho, mas estava suspensa em razão de recurso da Associação Brasileira da Indústria de Calçados (Abicalçados). Pela resolução de julho, cerca de 95 empresas estavam livres da sobretaxa.. Ainda continua em vigor a sobretaxa sobre calçado pronto importado da China. Atualmente a tarifa antidumping é de US$ 13,85, aplicada de forma definitiva desde março de 2010 a todos os importadores.

Sobre a Di Pollini
A Di Pollini é uma tradicional marca de calçados e acessórios masculinos e vencedora do 14º Prêmio Lojista ALSHOP MasterCard na categoria - calçados masculino, como a marca mais lembrada por esses consumidores. Sua linha de produtos, composta por sapatos, sapatênis, cintos, bolsas, carteiras e pastas executivas, conta com o trabalho de dedicados artesãos, que imprimem em cada modelo o alto padrão de qualidade que a marca oferece aos seus antigos e novos consumidores.

Após 38 anos de inauguração, em 1974 no bairro paulistano do Brás, a empresa conta com 23 lojas físicas: uma de fábrica (Mooca), um Outlet (Moema) e as demais nos Principais shoppings do Brasil. Em São Paulo (Anália Franco, Aricanduva, Center Norte, Central Plaza, Continental, Eldorado, Ibirapuera, Metrô Tatuapé, Morumbi, Paulista, Pátio Higienópolis, SP Market, West Plaza, ABC - Santo André, Iguatemi e Parque D. Pedro - Campinas). No Distrito Federal (Conjunto Nacional e Pátio Brasil) e no Paraná (Barigui, Mueller e Palladium). Além da loja virtual, onde é possível conferir a história da marca e suas coleções: www.dipollini.com.br

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