PROGRAMA BALADA DA FADA

quarta-feira, 27 de março de 2013

Governo do Estado lança cartão de transferência de renda para população acima dos 80 anos


O Cartão Amigo do Idoso deve beneficiar aproximadamente 32 mil idosos de todo o Estado, com complementação mensal de R$ 100,00

O Governo do Estado de São Paulo lançou nesta terça-feira, no Palácio dos Bandeirantes, o Cartão Amigo do Idoso. O benefício será direcionado aos idosos de todo o Estado com idade superior a 80 anos e com renda mensal de até meio salário mínimo. A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, é uma das novas propostas do Programa São Paulo Amigo do Idoso.

Com o Cartão Amigo do Idoso, o beneficiário receberá uma transferência de renda de R$ 100,00 por mês. Para ter direito ao auxílio, o idoso deve estar registrado no Cadastro Único (CadÚnico) e estar fora dos programas de benefícios individuais, como o Renda Mensal Vitalícia (RMV) ou Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC).

"Dentro do programa São Paulo Amigo do Idoso, realizamos um estudo para identificar os idosos de baixa renda que estavam nos cadastros sociais, mas não eram beneficiários de outros programas ou ações sociais individuais. Com o apoio do Conselho Estadual do Idoso e das prefeituras, nós achamos inicialmente cerca de 32 mil pessoas", afirmou o secretário de Estado de Desenvolvimento Social Rodrigo Garcia.

O governador Geraldo Alckmin, após assinar o documento que autoriza a concessão de subsídios para a iniciativa, falou sobre as novas ações intersecretariais do programa São Paulo Amigo do Idoso e comentou detalhes do Cartão. "O idoso receberá o cartão de transferência de renda em casa, pelo correio, e poderá usufruir do benefício a partir do mês de maio.

Serão R$ 40 milhões investidos por ano".

"Nosso Estado tem visto uma revolução na área social. A construção de novos Centros Dia, de Centros de Convivência do Idoso e o aumento do Piso Social são exemplos disso. E hoje, com o lançamento do Cartão Amigo do Idoso, agradeço e parabenizo o Governo pelo excelente trabalho realizado", disse o prefeito do município de Cafelândia e representante das demais prefeituras que participam do programa São Paulo Amigo do Idoso, Luís Otávio de Carvalho.


Na cerimônia de lançamento do Cartão Amigo do Idoso, houve ainda a apresentação e distribuição do manual "Direitos do Consumidor Idoso e Outras Informações Úteis", elaborado pela Fundação Procon de São Paulo. O órgão é vinculado à Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania, que faz parte da comissão intersecretarial do programa São Paulo Amigo do Idoso.

"Agradeço a presença dos idosos aqui presentes e que nos mostram a importância da construção de um país que respeita aqueles que o ajudaram a evoluir, e que pensam no nosso futuro agindo no presente", disse Rodrigo Garcia.


São Paulo Amigo do Idoso

O Programa São Paulo Amigo do Idoso foi lançado em maio de 2012 pelo Governador Geraldo Alckmin e envolve ações intersecretarias voltadas à proteção, educação, saúde e participação da população acima de 60 anos de idade do Estado.

A Secretaria de Desenvolvimento Social vai investir R$ 89,8 milhões em equipamentos de atendimento ao idoso em todo o Estado. A previsão é implantar 108 Centros Dia (R$ 500 mil cada unidade) e 126 Centros de Convivência de Idosos (R$ 250 mil por equipamento) em todo o Estado, além de outros investimentos.

O Selo São Paulo Amigo do Idoso é outra ação importante dentro do programa, lançada em 28 de novembro de 2012. Para assegurar recursos para implantação dos equipamentos direcionados a população acima de 60 anos, o município precisa aderir ao Selo e cumprir metas, desenvolvendo ações
voltadas para o envelhecimento ativo dos idosos, melhorando a qualidade de vida e incentivando amplo processo de mobilização local.


Índices de criminalidade elevados, população insegura, e tudo continua igual

De Olho na Segurança Pública - Índices de criminalidade elevados, população insegura, e tudo continua igual

A imprensa divulgou na segunda-feira, 25, novos dados contendo velhas informações sobre a violência em São Paulo. Os índices de criminalidade na capital e no estado paulista cresceram pelo sétimo mês consecutivo. O número de latrocínios na cidade de São Paulo, por exemplo, dobrou no primeiro bimestre deste ano. O número de homicídios também cresceu (clique aqui).
Também no dia 25, uma pesquisa do Datafolha revelou que 71% da população não confia na política de segurança pública desenvolvida pelo governador Geraldo Alckmin. Três em cada quatro paulistanos acredita que o governo esconde informações sobre a escalada da violência no Estado (clique aqui).
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, na luta pelos interesses da sociedade, vem insistentemente levantando os problemas dessas questões. Em contrapartida, a Secretaria da Segurança Pública tenta esconder os fatos (clique aqui). Porém, as informações verdadeiras vêm à tona novamente e comprovam a falência do sistema de segurança paulista.
Registre-se que as "pequenas conquistas" de 2011, enumeradas pela Secretaria da Segurança Pública na reportagem, são frutos do árduo trabalho de convencimento promovido pela Adpesp e não por reconhecimento do governo, como parece na nota. Ademais, se com tais conquistas alcançamos o 25º lugar no ranking salarial, qual seria nossa posição sem elas?
É evidente que o aumento da violência está relacionado à falta de incentivo que o Delegado de Polícia, primeiro garantidor dos direitos do cidadão, recebe do governo do estado. Por conta das péssimas condições de trabalho oferecidas, entre as quais se encontra o baixo salário (25º lugar no ranking salarial entre os 27 entes federados), há uma debandada de Delegados para outros Estados ou outras carreiras jurídicas.
A falta de Policiais Civis em todas as carreiras, a inexistência de perspectivas na carreira e a impossibilidade absoluta de se investigar os crimes, exceto quando explorado pela mídia, que determina quais os crimes serão investigados, robustecem o lamentável cenário. Sem contar com a escravidão permanente na equivocada cultura do "delegado de balcão" e o investimento maciço na Polícia Militar em detrimento da Polícia Civil, que amarga ainda o sucateamento e o descaso de décadas. Poderíamos esperar resultado diferente?
Como sempre, a sociedade paga a conta. Como sempre, pagamos todos nós!

Michel Temer receberá homenagem da Câmara Árabe

Michel Temer receberá homenagem da Câmara Árabe
O vice-presidente da República, que é descendente de libaneses, encontrou-se com diretores da entidade em Brasília
São Paulo, 19 de março de 2013 – A Câmara de Comércio Árabe Brasileira vai homenagear o vice-presidente da República, Michel Temer, que é descendente de libaneses, durante o evento do Dia Nacional da Comunidade Árabe no Brasil, comemorado em 25 de março. O assunto foi tratado durante encontro com representantes da instituição, realizado essa semana, em Brasília.
Participaram da reunião o CEO da entidade, Michel Alaby, e o diretor de Relações Institucionais, Sylvio Abdalla Júnior. Outro assunto foi uma possível viagem de Temer ao mundo árabe. O vice-presidente nasceu no interior de São Paulo e sua família veio do Líbano para o Brasil em 1925.
"Desde que assumiu a vice-presidência da República, em 2011, Temer já fez várias ações de aproximação com a comunidade árabe no Brasil e com os países árabes. No ano em que assumiu o cargo, ele foi ao Líbano, onde esteve com várias autoridades, entre elas o presidente libanês, Michel Sleiman, e o presidente do Parlamento Libanês, Nabih Berry, entre outras autoridades", acrescentou Alaby.
Entre outros, a agenda do vice-presidente já inclui encontros com o ex-presidente da Câmara Árabe, Salim Taufic Schahin, e com os embaixadores árabes em Brasília. Temer foi incumbido pela própria presidente da República, Dilma Rousseff, a ter uma participação ativa no processo de aprofundamento das relações do Brasil com o mundo árabe, segundo informações divulgadas no início do mandato dos dois.
"O Brasil é o país que concentra a maior comunidade de imigrantes do Líbano, de onde veio a família de Temer. O Líbano também foi uma das primeiras nações árabes visitadas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, no início do processo de aproximação do Brasil com o Oriente Médio, que se estendeu por todo o seu governo", ressaltou o CEO da Câmara.
Também acompanhou o encontro de Temer com os representantes da Câmara Árabe o chefe da assessoria parlamentar da vice-presidência, Rodrigo Santos da Rocha Loures.
Sobre a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira
A Câmara de Comércio Árabe-Brasileira representa 22 países árabes, foi fundada em 1952 e tem como missão aproximar comercialmente o Brasil dos países árabes, incrementando intercâmbios culturais e turísticos entre árabes e brasileiros. A entidade oferece diversos serviços, como certificação de documentos, informações de mercado, traduções, realiza eventos e workshops. Disponibiliza, também, o Espaço do Conhecimento Comercial, um centro de referência para pesquisas das relações entre o Brasil e os países árabes.